A cidade sorteada na segunda-feira (16), no Jornal Nacional, foi a capital do Espírito Santo, Vitória, que tem quase 328 mil habitantes.
Muitos pontos chamaram a atenção da equipe. Na escola de excelência, a reafirmação da importância da participação da família. Mais do que isso: da pressão dos pais e da cobrança por um ensino de qualidade. Mas o que mais chamou a atenção mesmo foi na escola que enfrenta dificuldades, uma lição para todo o Brasil: mesmo nesse ambiente tão complicado, um professor de qualidade, com boa formação com competência, dedicação e material pode fazer a diferença e dar um ambiente de qualidade para os alunos.
Muitas salas foram encontradas vazias, ou quase vazias. A diretora Isie Fontanari diz que a vizinhança não gosta de botar os filhos lá.
Nas duas escolas, há alunos cheios de vontade de aprender. O baixo índice de avaliação do MEC não abalou o ânimo de Kécia, de 8 anos. Ela já está lendo. “Já li tantos livros que não dá nem para saber. Quero ser veterinária quando eu crescer”, contou a menina.
“Essa é uma professora que faz tudo certo. Ela ensina com material didático, ela é formada na área que ela ensina, ela é formada em alfabetização, ela dá atenção especial para cada aluno. E, muito importante, ela tem a expectativa de que todo aluno esteja alfabetizado já no fim do ano. Agora nós estamos vendo, já é o terceiro mês de aula e os alunos já estão lendo e escrevendo bastante bem para esse período. Vejo que mesmo em uma escola ruim, tenho certeza de que os alunos da professora Alexandra, no futuro, vão ter um desempenho escolar bem melhor do que seus colegas mais velhos”, analisou o especialista.
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